{"id":4445,"date":"2026-04-27T08:00:00","date_gmt":"2026-04-27T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/?p=4445"},"modified":"2026-04-24T12:10:59","modified_gmt":"2026-04-24T12:10:59","slug":"a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/","title":{"rendered":"A Internet e a Psicocibern\u00e9tica: Como a Web Desenvolve Inconscientemente a Sua Percep\u00e7\u00e3o Extrassensorial"},"content":{"rendered":"<p>Contrariamente \u00e0s apar\u00eancias, este texto n\u00e3o tratar\u00e1 da psicocibern\u00e9tica enquanto campo da ci\u00eancia contempor\u00e2nea. Utilizo o termo porque, na minha perspetiva pessoal, ele capta adequadamente o significado e a resson\u00e2ncia de uma nova dire\u00e7\u00e3o na Psicotr\u00f4nica e na Magia em sentido amplo &#8211; uma dire\u00e7\u00e3o que emergiu da atividade de comunidades online interessadas nestes temas.<\/p>\n<p>A internet, desde que entrou no uso comum como rede global conectando milh\u00f5es de pessoas e possibilitando acesso r\u00e1pido \u00e0s informa\u00e7\u00f5es desejadas, bem como a publica\u00e7\u00e3o igualmente f\u00e1cil de novos conte\u00fados &#8211; bem, n\u00e3o preciso explicar o seu alcance e import\u00e2ncia, pois \u00e9? Afinal, voc\u00ea tamb\u00e9m faz parte desta comunidade &#8211; j\u00e1 que est\u00e1 lendo estas palavras, sabe perfeitamente at\u00e9 onde vai a sua influ\u00eancia. Ainda assim, menciono isso desde o in\u00edcio, pois servir\u00e1 de base para as nossas reflex\u00f5es posteriores.<br \/> Como disse, a internet conecta pessoas &#8211; mas o que a Psicotr\u00f4nica ou a Magia t\u00eam a ver com isso? Bastante, como se verifica. Nem todo utilizador da internet se interessa pelo tema da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial &#8211; isso \u00e9 um facto. Mas muitas pessoas a utilizam &#8211; mesmo de forma completamente inconsciente e inadvertida.<\/p>\n<p>Alguma vez pensou no contraste entre algu\u00e9m que se adaptou plenamente \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o pela internet &#8211; usando o teclado de forma intuitiva e autom\u00e1tica ap\u00f3s anos de uso, sem se incomodar com a digita\u00e7\u00e3o constante que irrita outros &#8211; e algu\u00e9m que ainda n\u00e3o se adaptou? Como se verifica, o processo de adapta\u00e7\u00e3o a este ambiente \u00e9 de longo prazo, mas tamb\u00e9m se desenvolve ao n\u00edvel da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial.<\/p>\n<p>Outro exemplo: com que frequ\u00eancia encontramos pessoas que se queixam de que o contato pela internet \u00e9 apenas um fraco substituto do &#8220;real,&#8221; e que por isso se mostram bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o a ele &#8211; precisamente porque ainda n\u00e3o se adaptaram a este ambiente?<\/p>\n<p>O que condiciona de facto o nosso sentido de &#8220;plenitude&#8221; de um dado contato &#8211; e o que faz o contato &#8220;ao vivo&#8221; parecer melhor? Pessoalmente, deixando de lado os fatores emocionais que entram em jogo para duas pessoas profundamente apaixonadas, que precisam de m\u00e1xima proximidade e, portanto, tamb\u00e9m de proximidade f\u00edsica &#8211; posso dizer que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma diferen\u00e7a real, ou melhor, n\u00e3o precisa haver &#8211; al\u00e9m do simples facto de podermos ver ou tocar fisicamente outra pessoa. Mas por que isso importaria? A apar\u00eancia f\u00edsica \u00e9 realmente um indicador do que uma pessoa verdadeiramente representa? N\u00e3o creio.<\/p>\n<p>A apar\u00eancia f\u00edsica pode fornecer dados falsos. \u00c9 precisamente isso que torna certas pessoas inicialmente bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o ao que obt\u00eam pelo contato online. Este \u00e9 o dom\u00ednio dos rec\u00e9m-iniciados &#8211; caracterizados neste per\u00edodo inicial por um distanciamento significativo da sua atividade online e por viverem uma vida dupla: uma &#8220;normal,&#8221; e outra na internet. Ap\u00f3s se afastarem do computador, tais pessoas tratam o que vivenciaram online como pura fantasia, como um conto de fadas &#8211; algo irreal. Podem conversar com pessoas via IRC, f\u00f3runs ou diversas listas de discuss\u00e3o, e no entanto, por n\u00e3o acreditarem verdadeiramente na realidade dessas experi\u00eancias, permanecem desconectadas da dimens\u00e3o energ\u00e9tica do que encontram.<\/p>\n<p>Os praticantes experientes, ao contr\u00e1rio, orientam-se perfeitamente no &#8220;perfil psicol\u00f3gico&#8221; de uma pessoa encontrada com base em observa\u00e7\u00f5es aparentemente insignificantes &#8211; e conseguem reconhecer rapidamente com quem est\u00e3o a lidar. Isso tamb\u00e9m funciona de forma inversa: tais pessoas s\u00e3o aceites muito mais rapidamente por outras semelhantes, porque comunicam com grande precis\u00e3o e n\u00e3o parecem Alice que acabou de cair na toca do coelho.<\/p>\n<p>Paci\u00eancia &#8211; sei que alguns de voc\u00eas est\u00e3o come\u00e7ando a ficar impacientes. Mas s\u00e3o precisamente estas observa\u00e7\u00f5es &#8211; por mais \u00f3bvias que pare\u00e7am &#8211; que me forneceram a base para reflex\u00f5es que levam a conclus\u00f5es muito fascinantes, quando vistas de uma perspetiva mais ampla. O que quero dizer \u00e9 simplesmente isto: uma pessoa, como resultado de um contato &#8220;limitado&#8221; (aparentemente) que exclui ver a forma f\u00edsica do seu interlocutor ou ouvir a sua voz (e portanto o seu timbre e resson\u00e2ncia, que na vida quotidiana nos fornece tanta informa\u00e7\u00e3o), \u00e9 de certa forma obrigada a desenvolver &#8211; ou melhor, a apurar &#8211; sentidos paraps\u00edquicos j\u00e1 existentes que permitem a comunica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel extrassensorial. N\u00e3o numa forma desvinculada da estrutura da internet, mas numa forma completamente integrada com ela &#8211; e portanto fascinante do ponto de vista t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>A primeira faculdade a desenvolver-se \u00e9 a intui\u00e7\u00e3o baseada na empatia. Esta intui\u00e7\u00e3o emp\u00e1tica opera ao perceber o rastro energ\u00e9tico codificado numa mensagem &#8211; especificamente a energia emocional (e mais) que o remetente inconscientemente incorpora, em maior ou menor grau, em tudo o que escreve. Isso permite uma percep\u00e7\u00e3o mais completa &#8211; muito superior, para quem conhece o assunto, \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia, gestos ou tom de voz de um interlocutor. Esses elementos podem ser controlados para enganar; ao n\u00edvel energ\u00e9tico, por\u00e9m, mentir \u00e9 praticamente imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Este tipo de intui\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas o come\u00e7o. Com o tempo, os meios de contato pela internet transformam-se em meios de contato tamb\u00e9m ao n\u00edvel extrassensorial. As pessoas que comunicam desta forma, queiram ou n\u00e3o, simultaneamente com a sua conversa ao vivo ou com a escrita e leitura de e-mails, lan\u00e7am os chamados v\u00ednculos energ\u00e9ticos e estabelecem conex\u00f5es energ\u00e9ticas com aqueles com quem est\u00e3o em contato. A este respeito, pode falar-se de um v\u00ednculo livre e natural &#8211; que n\u00e3o emerge de forma mais intrusiva do que o contato ao n\u00edvel f\u00edsico. Como resultado deste tipo de percep\u00e7\u00e3o, muitas pessoas &#8211; sem sequer pensar nisso &#8211; absorvem rapidamente uma grande quantidade de dados sobre a pessoa que encontraram.<\/p>\n<p>Ironicamente, a internet oferece muito menos anonimato do que alguns poderiam desejar. Claro que o desenvolvimento inconsciente deste tipo de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas a ponta do iceberg. Gra\u00e7as \u00e0 facilidade de troca e divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, a internet tornou-se o lar de uma nova gera\u00e7\u00e3o de praticantes de PSI e Magos. Pessoas deste tipo obtiveram a capacidade de se conectar rapidamente umas com as outras, independentemente das dist\u00e2ncias que as separam &#8211; possibilitando a a\u00e7\u00e3o coletiva e a r\u00e1pida troca de informa\u00e7\u00f5es. Isso levou a uma tal populariza\u00e7\u00e3o do tema que hoje se pode dizer com seguran\u00e7a: quem procura, encontra &#8211; e isso nem sempre foi assim, especialmente na era anterior \u00e0 internet.<\/p>\n<p>As pessoas envolvidas na percep\u00e7\u00e3o extrassensorial em sentido amplo descobriram rapidamente o qu\u00e3o funcional \u00e9 a estrutura da internet, e transformaram-na numa ferramenta poderosa. No caso da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial em contatos comuns por e-mail, IRC ou chat, foram precisamente elas &#8211; conscientes da dimens\u00e3o energ\u00e9tica da comunica\u00e7\u00e3o &#8211; que abriram o caminho. Nem sempre isso \u00e9 utilizado para fins nobres. Como sempre acontece quando uma nova capacidade \u00e9 descoberta &#8211; as formas de explor\u00e1-la variam dependendo de qual grupo de pessoas decide tirar proveito dela. Enquanto para a pessoa comum as suas capacidades perceptivas adicionais no contato online significam apenas a oportunidade de absorver mais dados e compreender melhor os outros &#8211; para comunidades que parasitam a energia mental e emocional, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 bem menos favor\u00e1vel.<\/p>\n<p>A liberdade de informa\u00e7\u00e3o serviu como cobertura perfeita para drenar a energia vital de pessoas desavisadas. O mecanismo \u00e9 simples, e a sua efic\u00e1cia \u00e9 devastadora. Tais indiv\u00edduos frequentemente espreitam em comunidades de redes sociais relacionadas ao desenvolvimento espiritual, \u00e0 procura das v\u00edtimas mais adequadas antes de come\u00e7ar a se alimentar. Tamb\u00e9m acontece que atacam um grupo inteiro de uma s\u00f3 vez. Os &#8220;vampiros emocionais&#8221; adaptaram-se perfeitamente a este ambiente, aproveitando o poder das palavras e o facto de permanecerem essencialmente invis\u00edveis e inacess\u00edveis para as suas v\u00edtimas.<\/p>\n<p>No entanto, o uso da internet na Magia e na Psicotr\u00f4nica vai muito al\u00e9m dos seus aspetos negativos. Em termos de pr\u00e1tica psicotr\u00f4nica e m\u00e1gica real, um projeto deste tipo difere muito pouco de um projeto de software: um n\u00facleo \u00e9 escrito, fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o programadas, e assim por diante. Em paralelo, utilizam-se antigos s\u00edmbolos r\u00fanicos &#8211; s\u00edmbolos cujas propriedades formam parte integrante de tais projetos. Desta forma, a psicocibern\u00e9tica adquire um significado novo e v\u00edvido.<\/p>\n<p>A internet tamb\u00e9m inspira a cria\u00e7\u00e3o de sistemas de comunica\u00e7\u00e3o existentes quase em paralelo ao n\u00edvel extrassensorial, bem como a cria\u00e7\u00e3o de servitores em torno deles &#8211; servitores que frequentemente cumprem fun\u00e7\u00f5es an\u00e1logas aos BOTs nos antigos canais IRC. \u00c0 semelhan\u00e7a dos sistemas de seguran\u00e7a em servidores, surgem barreiras energ\u00e9ticas cada vez mais elaboradas para proteger a seguran\u00e7a e a integridade de tais grupos.<\/p>\n<p>Muitos praticantes incorporam elementos como Fogo, \u00c1gua, Terra e Ar nos seus projetos baseados na internet. Em tempos em que a Psicotr\u00f4nica e a Magia entraram na nova dimens\u00e3o da exist\u00eancia cibern\u00e9tica, esses antigos poderes n\u00e3o foram esquecidos nem deslocados &#8211; continuam a florescer e, para muitas pessoas, permanecem uma parte indispens\u00e1vel do seu modo de trabalho. O desenvolvimento tamb\u00e9m gerou novos poderes: os elementos do novo mil\u00e9nio &#8211; eletricidade, vidro, a\u00e7o.<\/p>\n<p>Tudo isso se desenvolve em comunidades capazes de garantir um certo grau de anonimato ao operar online &#8211; comunidades que coexistem em mundos que outrora pareciam diametralmente opostos. Quem teria pensado que a tecnologia &#8220;sem alma&#8221; e a informatiza\u00e7\u00e3o poderiam andar de m\u00e3os dadas com a espiritualidade, com o uso da Psicotr\u00f4nica e de toda a Magia na sua forma mais elevada e espetacular &#8211; precisamente as formas que at\u00e9 agora haviam permanecido escondidas nas zonas m\u00edsticas mais profundas da exist\u00eancia?<\/p>\n<p>De facto &#8211; as vis\u00f5es futuristas haviam considerado tais possibilidades, mas aqui nos deparamos com uma realidade plenamente tang\u00edvel, na forma mais pr\u00e1tica. Ent\u00e3o, para onde caminhamos? Esta quest\u00e3o surgiu em mim logo ap\u00f3s perceber que mesmo uma dire\u00e7\u00e3o t\u00e3o fascinante passou da reflex\u00e3o puramente te\u00f3rica para a pr\u00e1tica vivida. O modo de comunica\u00e7\u00e3o baseado na combina\u00e7\u00e3o da percep\u00e7\u00e3o f\u00edsica com a percep\u00e7\u00e3o extrassensorial funcionar\u00e1, na minha vis\u00e3o, ainda por muito tempo &#8211; at\u00e9 que as pessoas desenvolvam uma consci\u00eancia mais coletiva, e a comunica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do PSI se torne t\u00e3o natural quanto o uso da internet hoje.<br \/> Quando isso acontecer\u00e1? Naturalmente n\u00e3o sabemos &#8211; mas certamente mais cedo do que poder\u00edamos pensar.<\/p>\n<p style=\"text-align:right\"><em>Jakub Qba Niegowski &#8211; Especialista em Desenvolvimento da Percep\u00e7\u00e3o Extrassensorial<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Contrariamente \u00e0s apar\u00eancias, este texto n\u00e3o tratar\u00e1 da psicocibern\u00e9tica enquanto campo da ci\u00eancia contempor\u00e2nea. 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Outro exemplo: com que frequ\u00eancia encontramos pessoas que se queixam de que o contato pela internet \u00e9 apenas um fraco substituto do &#8220;real,&#8221; e que por isso se mostram bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o a ele &#8211; precisamente porque ainda n\u00e3o se adaptaram a este ambiente? O que condiciona de facto o nosso sentido de &#8220;plenitude&#8221; de um dado contato &#8211; e o que faz o contato &#8220;ao vivo&#8221; parecer melhor? Pessoalmente, deixando de lado os fatores emocionais que entram em jogo para duas pessoas profundamente apaixonadas, que precisam de m\u00e1xima proximidade e, portanto, tamb\u00e9m de proximidade f\u00edsica &#8211; posso dizer que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma diferen\u00e7a real, ou melhor, n\u00e3o precisa haver &#8211; al\u00e9m do simples facto de podermos ver ou tocar fisicamente outra pessoa. Mas por que isso importaria? A apar\u00eancia f\u00edsica \u00e9 realmente um indicador do que uma pessoa verdadeiramente representa? N\u00e3o creio. A apar\u00eancia f\u00edsica pode fornecer dados falsos. \u00c9 precisamente isso que torna certas pessoas inicialmente bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o ao que obt\u00eam pelo contato online. Este \u00e9 o dom\u00ednio dos rec\u00e9m-iniciados &#8211; caracterizados neste per\u00edodo inicial por um distanciamento significativo da sua atividade online e por viverem uma vida dupla: uma &#8220;normal,&#8221; e outra na internet. Ap\u00f3s se afastarem do computador, tais pessoas tratam o que vivenciaram online como pura fantasia, como um conto de fadas &#8211; algo irreal. Podem conversar com pessoas via IRC, f\u00f3runs ou diversas listas de discuss\u00e3o, e no entanto, por n\u00e3o acreditarem verdadeiramente na realidade dessas experi\u00eancias, permanecem desconectadas da dimens\u00e3o energ\u00e9tica do que encontram. 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O que quero dizer \u00e9 simplesmente isto: uma pessoa, como resultado de um contato &#8220;limitado&#8221; (aparentemente) que exclui ver a forma f\u00edsica do seu interlocutor ou ouvir a sua voz (e portanto o seu timbre e resson\u00e2ncia, que na vida quotidiana nos fornece tanta informa\u00e7\u00e3o), \u00e9 de certa forma obrigada a desenvolver &#8211; ou melhor, a apurar &#8211; sentidos paraps\u00edquicos j\u00e1 existentes que permitem a comunica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel extrassensorial. N\u00e3o numa forma desvinculada da estrutura da internet, mas numa forma completamente integrada com ela &#8211; e portanto fascinante do ponto de vista t\u00e9cnico. A primeira faculdade a desenvolver-se \u00e9 a intui\u00e7\u00e3o baseada na empatia. Esta intui\u00e7\u00e3o emp\u00e1tica opera ao perceber o rastro energ\u00e9tico codificado numa mensagem &#8211; especificamente a energia emocional (e mais) que o remetente inconscientemente incorpora, em maior ou menor grau, em tudo o que escreve. Isso permite uma percep\u00e7\u00e3o mais completa &#8211; muito superior, para quem conhece o assunto, \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia, gestos ou tom de voz de um interlocutor. Esses elementos podem ser controlados para enganar; ao n\u00edvel energ\u00e9tico, por\u00e9m, mentir \u00e9 praticamente imposs\u00edvel. Este tipo de intui\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas o come\u00e7o. Com o tempo, os meios de contato pela internet transformam-se em meios de contato tamb\u00e9m ao n\u00edvel extrassensorial. As pessoas que comunicam desta forma, queiram ou n\u00e3o, simultaneamente com a sua conversa ao vivo ou com a escrita e leitura de e-mails, lan\u00e7am os chamados v\u00ednculos energ\u00e9ticos e estabelecem conex\u00f5es energ\u00e9ticas com aqueles com quem est\u00e3o em contato. A este respeito, pode falar-se de um v\u00ednculo livre e natural &#8211; que n\u00e3o emerge de forma mais intrusiva do que o contato ao n\u00edvel f\u00edsico. Como resultado deste tipo de percep\u00e7\u00e3o, muitas pessoas &#8211; sem sequer pensar nisso &#8211; absorvem rapidamente uma grande quantidade de dados sobre a pessoa que encontraram. Ironicamente, a internet oferece muito menos anonimato do que alguns poderiam desejar. Claro que o desenvolvimento inconsciente deste tipo de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas a ponta do iceberg. 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Utilizo o termo porque, na minha perspetiva pessoal, ele capta adequadamente o significado e a resson\u00e2ncia de uma nova dire\u00e7\u00e3o na Psicotr\u00f4nica e na Magia em sentido amplo &#8211; uma dire\u00e7\u00e3o que emergiu da atividade de comunidades online interessadas nestes temas. A internet, desde que entrou no uso comum como rede global conectando milh\u00f5es de pessoas e possibilitando acesso r\u00e1pido \u00e0s informa\u00e7\u00f5es desejadas, bem como a publica\u00e7\u00e3o igualmente f\u00e1cil de novos conte\u00fados &#8211; bem, n\u00e3o preciso explicar o seu alcance e import\u00e2ncia, pois \u00e9? Afinal, voc\u00ea tamb\u00e9m faz parte desta comunidade &#8211; j\u00e1 que est\u00e1 lendo estas palavras, sabe perfeitamente at\u00e9 onde vai a sua influ\u00eancia. Ainda assim, menciono isso desde o in\u00edcio, pois servir\u00e1 de base para as nossas reflex\u00f5es posteriores. Como disse, a internet conecta pessoas &#8211; mas o que a Psicotr\u00f4nica ou a Magia t\u00eam a ver com isso? Bastante, como se verifica. Nem todo utilizador da internet se interessa pelo tema da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial &#8211; isso \u00e9 um facto. Mas muitas pessoas a utilizam &#8211; mesmo de forma completamente inconsciente e inadvertida. Alguma vez pensou no contraste entre algu\u00e9m que se adaptou plenamente \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o pela internet &#8211; usando o teclado de forma intuitiva e autom\u00e1tica ap\u00f3s anos de uso, sem se incomodar com a digita\u00e7\u00e3o constante que irrita outros &#8211; e algu\u00e9m que ainda n\u00e3o se adaptou? Como se verifica, o processo de adapta\u00e7\u00e3o a este ambiente \u00e9 de longo prazo, mas tamb\u00e9m se desenvolve ao n\u00edvel da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial. Outro exemplo: com que frequ\u00eancia encontramos pessoas que se queixam de que o contato pela internet \u00e9 apenas um fraco substituto do &#8220;real,&#8221; e que por isso se mostram bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o a ele &#8211; precisamente porque ainda n\u00e3o se adaptaram a este ambiente? O que condiciona de facto o nosso sentido de &#8220;plenitude&#8221; de um dado contato &#8211; e o que faz o contato &#8220;ao vivo&#8221; parecer melhor? Pessoalmente, deixando de lado os fatores emocionais que entram em jogo para duas pessoas profundamente apaixonadas, que precisam de m\u00e1xima proximidade e, portanto, tamb\u00e9m de proximidade f\u00edsica &#8211; posso dizer que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma diferen\u00e7a real, ou melhor, n\u00e3o precisa haver &#8211; al\u00e9m do simples facto de podermos ver ou tocar fisicamente outra pessoa. Mas por que isso importaria? A apar\u00eancia f\u00edsica \u00e9 realmente um indicador do que uma pessoa verdadeiramente representa? N\u00e3o creio. A apar\u00eancia f\u00edsica pode fornecer dados falsos. \u00c9 precisamente isso que torna certas pessoas inicialmente bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o ao que obt\u00eam pelo contato online. Este \u00e9 o dom\u00ednio dos rec\u00e9m-iniciados &#8211; caracterizados neste per\u00edodo inicial por um distanciamento significativo da sua atividade online e por viverem uma vida dupla: uma &#8220;normal,&#8221; e outra na internet. Ap\u00f3s se afastarem do computador, tais pessoas tratam o que vivenciaram online como pura fantasia, como um conto de fadas &#8211; algo irreal. Podem conversar com pessoas via IRC, f\u00f3runs ou diversas listas de discuss\u00e3o, e no entanto, por n\u00e3o acreditarem verdadeiramente na realidade dessas experi\u00eancias, permanecem desconectadas da dimens\u00e3o energ\u00e9tica do que encontram. Os praticantes experientes, ao contr\u00e1rio, orientam-se perfeitamente no &#8220;perfil psicol\u00f3gico&#8221; de uma pessoa encontrada com base em observa\u00e7\u00f5es aparentemente insignificantes &#8211; e conseguem reconhecer rapidamente com quem est\u00e3o a lidar. Isso tamb\u00e9m funciona de forma inversa: tais pessoas s\u00e3o aceites muito mais rapidamente por outras semelhantes, porque comunicam com grande precis\u00e3o e n\u00e3o parecem Alice que acabou de cair na toca do coelho. Paci\u00eancia &#8211; sei que alguns de voc\u00eas est\u00e3o come\u00e7ando a ficar impacientes. Mas s\u00e3o precisamente estas observa\u00e7\u00f5es &#8211; por mais \u00f3bvias que pare\u00e7am &#8211; que me forneceram a base para reflex\u00f5es que levam a conclus\u00f5es muito fascinantes, quando vistas de uma perspetiva mais ampla. O que quero dizer \u00e9 simplesmente isto: uma pessoa, como resultado de um contato &#8220;limitado&#8221; (aparentemente) que exclui ver a forma f\u00edsica do seu interlocutor ou ouvir a sua voz (e portanto o seu timbre e resson\u00e2ncia, que na vida quotidiana nos fornece tanta informa\u00e7\u00e3o), \u00e9 de certa forma obrigada a desenvolver &#8211; ou melhor, a apurar &#8211; sentidos paraps\u00edquicos j\u00e1 existentes que permitem a comunica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel extrassensorial. N\u00e3o numa forma desvinculada da estrutura da internet, mas numa forma completamente integrada com ela &#8211; e portanto fascinante do ponto de vista t\u00e9cnico. A primeira faculdade a desenvolver-se \u00e9 a intui\u00e7\u00e3o baseada na empatia. Esta intui\u00e7\u00e3o emp\u00e1tica opera ao perceber o rastro energ\u00e9tico codificado numa mensagem &#8211; especificamente a energia emocional (e mais) que o remetente inconscientemente incorpora, em maior ou menor grau, em tudo o que escreve. Isso permite uma percep\u00e7\u00e3o mais completa &#8211; muito superior, para quem conhece o assunto, \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia, gestos ou tom de voz de um interlocutor. Esses elementos podem ser controlados para enganar; ao n\u00edvel energ\u00e9tico, por\u00e9m, mentir \u00e9 praticamente imposs\u00edvel. Este tipo de intui\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas o come\u00e7o. Com o tempo, os meios de contato pela internet transformam-se em meios de contato tamb\u00e9m ao n\u00edvel extrassensorial. As pessoas que comunicam desta forma, queiram ou n\u00e3o, simultaneamente com a sua conversa ao vivo ou com a escrita e leitura de e-mails, lan\u00e7am os chamados v\u00ednculos energ\u00e9ticos e estabelecem conex\u00f5es energ\u00e9ticas com aqueles com quem est\u00e3o em contato. A este respeito, pode falar-se de um v\u00ednculo livre e natural &#8211; que n\u00e3o emerge de forma mais intrusiva do que o contato ao n\u00edvel f\u00edsico. Como resultado deste tipo de percep\u00e7\u00e3o, muitas pessoas &#8211; sem sequer pensar nisso &#8211; absorvem rapidamente uma grande quantidade de dados sobre a pessoa que encontraram. Ironicamente, a internet oferece muito menos anonimato do que alguns poderiam desejar. Claro que o desenvolvimento inconsciente deste tipo de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas a ponta do iceberg. Gra\u00e7as \u00e0 facilidade de troca e divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, a internet tornou-se o lar de uma nova gera\u00e7\u00e3o de praticantes de PSI e Magos. 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Como disse, a internet conecta pessoas &#8211; mas o que a Psicotr\u00f4nica ou a Magia t\u00eam a ver com isso? Bastante, como se verifica. Nem todo utilizador da internet se interessa pelo tema da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial &#8211; isso \u00e9 um facto. Mas muitas pessoas a utilizam &#8211; mesmo de forma completamente inconsciente e inadvertida. Alguma vez pensou no contraste entre algu\u00e9m que se adaptou plenamente \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o pela internet &#8211; usando o teclado de forma intuitiva e autom\u00e1tica ap\u00f3s anos de uso, sem se incomodar com a digita\u00e7\u00e3o constante que irrita outros &#8211; e algu\u00e9m que ainda n\u00e3o se adaptou? Como se verifica, o processo de adapta\u00e7\u00e3o a este ambiente \u00e9 de longo prazo, mas tamb\u00e9m se desenvolve ao n\u00edvel da percep\u00e7\u00e3o extrassensorial. Outro exemplo: com que frequ\u00eancia encontramos pessoas que se queixam de que o contato pela internet \u00e9 apenas um fraco substituto do &#8220;real,&#8221; e que por isso se mostram bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o a ele &#8211; precisamente porque ainda n\u00e3o se adaptaram a este ambiente? O que condiciona de facto o nosso sentido de &#8220;plenitude&#8221; de um dado contato &#8211; e o que faz o contato &#8220;ao vivo&#8221; parecer melhor? Pessoalmente, deixando de lado os fatores emocionais que entram em jogo para duas pessoas profundamente apaixonadas, que precisam de m\u00e1xima proximidade e, portanto, tamb\u00e9m de proximidade f\u00edsica &#8211; posso dizer que n\u00e3o h\u00e1 nenhuma diferen\u00e7a real, ou melhor, n\u00e3o precisa haver &#8211; al\u00e9m do simples facto de podermos ver ou tocar fisicamente outra pessoa. Mas por que isso importaria? A apar\u00eancia f\u00edsica \u00e9 realmente um indicador do que uma pessoa verdadeiramente representa? N\u00e3o creio. A apar\u00eancia f\u00edsica pode fornecer dados falsos. \u00c9 precisamente isso que torna certas pessoas inicialmente bastante c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o ao que obt\u00eam pelo contato online. Este \u00e9 o dom\u00ednio dos rec\u00e9m-iniciados &#8211; caracterizados neste per\u00edodo inicial por um distanciamento significativo da sua atividade online e por viverem uma vida dupla: uma &#8220;normal,&#8221; e outra na internet. Ap\u00f3s se afastarem do computador, tais pessoas tratam o que vivenciaram online como pura fantasia, como um conto de fadas &#8211; algo irreal. Podem conversar com pessoas via IRC, f\u00f3runs ou diversas listas de discuss\u00e3o, e no entanto, por n\u00e3o acreditarem verdadeiramente na realidade dessas experi\u00eancias, permanecem desconectadas da dimens\u00e3o energ\u00e9tica do que encontram. Os praticantes experientes, ao contr\u00e1rio, orientam-se perfeitamente no &#8220;perfil psicol\u00f3gico&#8221; de uma pessoa encontrada com base em observa\u00e7\u00f5es aparentemente insignificantes &#8211; e conseguem reconhecer rapidamente com quem est\u00e3o a lidar. Isso tamb\u00e9m funciona de forma inversa: tais pessoas s\u00e3o aceites muito mais rapidamente por outras semelhantes, porque comunicam com grande precis\u00e3o e n\u00e3o parecem Alice que acabou de cair na toca do coelho. Paci\u00eancia &#8211; sei que alguns de voc\u00eas est\u00e3o come\u00e7ando a ficar impacientes. Mas s\u00e3o precisamente estas observa\u00e7\u00f5es &#8211; por mais \u00f3bvias que pare\u00e7am &#8211; que me forneceram a base para reflex\u00f5es que levam a conclus\u00f5es muito fascinantes, quando vistas de uma perspetiva mais ampla. O que quero dizer \u00e9 simplesmente isto: uma pessoa, como resultado de um contato &#8220;limitado&#8221; (aparentemente) que exclui ver a forma f\u00edsica do seu interlocutor ou ouvir a sua voz (e portanto o seu timbre e resson\u00e2ncia, que na vida quotidiana nos fornece tanta informa\u00e7\u00e3o), \u00e9 de certa forma obrigada a desenvolver &#8211; ou melhor, a apurar &#8211; sentidos paraps\u00edquicos j\u00e1 existentes que permitem a comunica\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel extrassensorial. N\u00e3o numa forma desvinculada da estrutura da internet, mas numa forma completamente integrada com ela &#8211; e portanto fascinante do ponto de vista t\u00e9cnico. A primeira faculdade a desenvolver-se \u00e9 a intui\u00e7\u00e3o baseada na empatia. Esta intui\u00e7\u00e3o emp\u00e1tica opera ao perceber o rastro energ\u00e9tico codificado numa mensagem &#8211; especificamente a energia emocional (e mais) que o remetente inconscientemente incorpora, em maior ou menor grau, em tudo o que escreve. Isso permite uma percep\u00e7\u00e3o mais completa &#8211; muito superior, para quem conhece o assunto, \u00e0 observa\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia, gestos ou tom de voz de um interlocutor. Esses elementos podem ser controlados para enganar; ao n\u00edvel energ\u00e9tico, por\u00e9m, mentir \u00e9 praticamente imposs\u00edvel. Este tipo de intui\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas o come\u00e7o. Com o tempo, os meios de contato pela internet transformam-se em meios de contato tamb\u00e9m ao n\u00edvel extrassensorial. As pessoas que comunicam desta forma, queiram ou n\u00e3o, simultaneamente com a sua conversa ao vivo ou com a escrita e leitura de e-mails, lan\u00e7am os chamados v\u00ednculos energ\u00e9ticos e estabelecem conex\u00f5es energ\u00e9ticas com aqueles com quem est\u00e3o em contato. A este respeito, pode falar-se de um v\u00ednculo livre e natural &#8211; que n\u00e3o emerge de forma mais intrusiva do que o contato ao n\u00edvel f\u00edsico. Como resultado deste tipo de percep\u00e7\u00e3o, muitas pessoas &#8211; sem sequer pensar nisso &#8211; absorvem rapidamente uma grande quantidade de dados sobre a pessoa que encontraram. Ironicamente, a internet oferece muito menos anonimato do que alguns poderiam desejar. Claro que o desenvolvimento inconsciente deste tipo de comunica\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas a ponta do iceberg. Gra\u00e7as \u00e0 facilidade de troca e divulga\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, a internet tornou-se o lar de uma nova gera\u00e7\u00e3o de praticantes de PSI e Magos. Pessoas deste tipo obtiveram a capacidade de se conectar rapidamente umas com as outras, independentemente das dist\u00e2ncias que as separam &#8211; possibilitando a a\u00e7\u00e3o coletiva e a r\u00e1pida troca de informa\u00e7\u00f5es.","og_url":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/","og_site_name":"THE STAR EMBASSY PT","article_published_time":"2026-04-27T08:00:00+00:00","og_image":[{"width":1920,"height":1280,"url":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/The-Internet-and-Psychocybernetics-How-the-Web-Unknowingly-Develops-Your-Extrasensory-Perception.webp","type":"image\/webp"}],"author":"Qba","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Qba","Tempo estimado de leitura":"9 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/"},"author":{"name":"Qba","@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/#\/schema\/person\/17f93aa80fe2e2f9cfa5ee69c5e34c49"},"headline":"A Internet e a Psicocibern\u00e9tica: Como a Web Desenvolve Inconscientemente a Sua Percep\u00e7\u00e3o Extrassensorial","datePublished":"2026-04-27T08:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/"},"wordCount":1858,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/The-Internet-and-Psychocybernetics-How-the-Web-Unknowingly-Develops-Your-Extrasensory-Perception.webp","articleSection":["Artigos","Percep\u00e7\u00e3o Extrassensorial"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/","url":"https:\/\/the-starembassy.com\/pt\/a-internet-e-a-psicocibernetica-como-a-web-desenvolve-inconscientemente-a-sua-percepcao-extrassensorial\/","name":"A Internet e a Psicocibern\u00e9tica: Como a Web Desenvolve Inconscientemente a Sua Percep\u00e7\u00e3o Extrassensorial - 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